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madonna, posso tomar um banho na tua casa?


set












Depois de bastante tempo, domingo Costanza baixou. Andando para o lado errado da Lagoa, temporal, esqueci guarda-chuva, a camisa grudada no corpo tornando-se transparente, seguro a bolsa com as duas mãos, encostada no peito, o cabelo escorrendo, arrebenta a alça da sacola de revistas. Fico relativamente calma. "Estou chegando, que bom, estou chegando" - penso, o edifício Garça lá longe. Camila me deu joia preciosa - ensinamentos de milhões de anos. Minha tia vai fazer noventa e o que mais deseja é: morrer. Porém ontem estava animada. Encontrou um objetivo para querer estar viva: o julgamento do Lula.




Next!








set desperate housewife via










[deletando explicações sobre post abaixo]
Porque parece uma coisa meio "estou me misturando". Mas de fato achei que misturinha fosse um tipo de pintura, que pode ser puxado pro cor de rosa ou para o branco. Muitas manicures na vida não entendiam bem o que eu queria dizer. Só a de sábado me disse que misturinha era o nome de um esmalte que exi














Sábados Fui fazer mão e pé em um cabeleireiro do bairro. Três mulheres enfileiradas. A mais velha, dona de uma loteria esportiva, diz que contratou um segurança matar um menino de 14 anos, que vivia rondando. Menino do morro, que causava arruaça. "Mandei e mandaria de novo". A outra, nas entrelinhas, mostra sua simpatia por Marcos, do BBB. "Você pensa que a garota era santa, é? De santa não tinha nada". Eu tento explicar à manicure o que entendo por misturinha.










set Central do Brasil





























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Uma publicação compartilhada por Mick Jagger (@mickjagger) em






@mickjagger

















Picadinho de sexta Vivendo o momento mais complexo da minha vida, o mais instável, o mais não-sei-o-que-fazer, por isso me recolho e dou atenção aos pássaros que passam rente à janela, as folhas que brotam diariamente, as flores que estão por nascer. Borboletas aos montes. Reparo o animal: certeza de que o homem é o único ser que não faz ideia do que está fazendo aqui. Ligo para papelarias e gráficas: nenhuma atende. Lembro que é feriado. Em busca do tempo perdido. Otimista. Otimista. Otimista. Otimista. Não consigo ler, só mesmo Osho e coisas assim, na tentativa de ficar centrada. Agitada demais para meditar. Talvez amanhã seja tudo diferente. Amiga me diz: fica calma. Preguiça de lacrar as caixas, viciada em açúcar e  Desperate housewives. Mosquitos que não dão trégua. Me programei pra ir pro Amazonas ficar um mês - esqueci da Aurora, e me desprogramei. Post que enrola. Falta de prática. Sedex com Brigitte. Preciso estar atenta e forte. Descobrir durexes.


Como diz Mark, o abraço é a única coisa que tranquiliza.













foto via Revolvver
















#91



O mundo vai acabar, mas Beth continuará firme e forte.












O piano e o violão do Tom Jobim / reprodução









Fui enviar um convite para uma amiga, através da dm do Instagram. Me bloqueou. Nos conhecemos por causa do bloWg, e logo passamos pra a vida real. Morávamos no mesmo bairro, e era sempre bom encontrá-la. Beber café, brechó, Braseiro comer pão com molho campanha, aulas de filosofia juntas. Nunca brigamos, nem um leve desentendimento. A gente trocava confidências, a gente ria. Ela me ensinava Nietszche. Não sei porque deixou de ser minha amiga. Aliás, sei, mas foge ao meu controle. Ela é sensível, culta, bom caráter. Mas coisas são assim. Que ela seja sempre muito feliz, é o que eu desejo de verdade.






 E como diz minha filha, diante de situações desse tipo: vida que segue.

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#1anodogolpe

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O Ego acabou. Nunca mais Caetano estaciona no Leblon.
                         Grazi vai ao banheiro durante sessão de filme.
                         Francisco Cuoco dá tchauzinho




:\
:D












O final de semana foi triste para o mundo editorial, com a partida precoce da editora Vivian Wyler, da Rocco, e do capista João Baptista Aguiar, o Bux. Paul Auster disse certa vez que as edições mais bonitas dos seus livros são as brasileiras. Fico feliz por ele ter batizado meu blog de bloWg. O mundo fica menos bacana sem vocês.


:(

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Achei a outra página da Vogue. Vamos lá. Champanhe, iate e grana pesaram na balança, e Jackie terminou com Bob, que ficou arrasado. Pediu que ela se casasse logo com Onassis, pra ele não passar por amante traído, o que poderia comprometer a corrida eleitoral. Jackie ficou balançada. O tal ativista palestino deu dois tiros em Bob. Quatro meses depois Jackie se casou com Onassis, na Ilha de Skorpios.

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Vocês sabem que eu não minto pra vocês. Pois o que vou contar é um fato, no mínimo, bizarro. Quando eu e minhas amigas éramos pré-adolescentes, gostávamos de fazer "a brincadeira do copo".


Os espíritas que me perdoem, mas precisávamos saber se o menino que a gente gostava também gostava da gente. Porém um dia, provavelmente com o repertório esgotado, resolvemos perguntar quem matou John Kennedy. Era uma pergunta muito comum, que intriga todo mundo até hoje.


O copo começou a ir atrás das letras tão rapidamente que tivemos que levantar da cadeira para acompanhar seu ritmo, tentando não tirar o dedo de cima dele. A ordem das letras formou uma palavra: Onassis. Apesar de espantadas, não demos muito valor aquilo.


Pois ontem eu estava lendo na Vogue - só leio Vogue mesmo, porque amiga me mada sacolas dessa revista para minhas colagens - uma matéria sobre a biografia do armador grego, chamada Nêmesis - Onassis, Jackie O e o triângulo amoroso que derrubou os Kennedy. O autor já ganhou o Pulitzer etc.


A ideia partiu de uma conversa que ele teve com Christina, a única herdeira de Onassis. Ela teria lhe contado que o pai pagou US$ 1,2 milhão ao um terrorista do grupo Setembro Negro para que ele não derrubasse os aviões de sua companhia. Segundo Christina, parte do dinheiro foi usada para financiar a morte de Bob Kennedy, que Onassis conheceu em 1953, e foi ódio à primeira vista.  Tempo depois, Onassis convidou a primeira-dama e sua irmã, Lee - com quem ele mantinha um affair, para um cruzeiro nas ilhas gregas.

Meses depois John Kennedy foi assassinado, e Jackie começou um romance com Bob -  estavam um a fim do outro há muito tempo. A continuação da história não sei, pois a outra parte da matéria foi, ao que tudo indica, picotada.


Mas pensem comigo.
.









Aqui onde indefinido
Agora que é qua-se quan-do
Quando ser leve ou pesado
Deixa de fazer sentido


Aqui de onde o olho mira
Agora que ouvido escuta
O tempo que a voz não fala
Mas que o co-ra-ção tri-bu-ta


O melhor lugar do mundo é aqui,
E agora

(...)

Aqui perto passa um rio
Agora eu vi um lagarto
Morrer deve ser tão frio
Quanto na hora do parto


Aqui fora de pe-ri-go
Agora dentro de instantes
Depois de tudo que eu digo
Muito embora muito antes


O melhor lugar do mundo é aqui,









Henri Matisse na cama com seu gato - 1950, Cartier-Bresson

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rita










@_callmemandy
"Não sei o que é pior: ele ser abusivo ou ela continuar com ele"
Já que tu não sabe eu te digo: é ele ser abusivo. Espero ter ajudado.



escritório do @bobwolfenson






A história do ator Fui fazer a sobrancelha e encontrei uma figurinista da Globo,  minha amiga de cabeleireiro. Claro que o assunto foi a postura do ator. Ela disse que, na emissora, é público e notório (sic) que os dois tinham um caso. Depois  terminaram, e ela começou a namorar outro cara.  Concordamos que, passado amoroso ou não, o que ele fez foi assédio, já que foi contra a vontade dela.  "Espere pelos próximos capítulos" - ela disse.








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Dona Flor e seus dois maridos






foto via






@folhadespaulo   Se depender da plateia de jovens estudantes de Harvard e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), na maioria brasileiros, que encheu uma das salas do hotel Marriott, em Cambridge, para assistir uma conferência em tom informal de @lucianohuck, 45 anos, o apresentador da Globo estaria eleito por unanimidade fosse lá o que desejasse se candidatar. Isso mesmo. O apresentador global saiu ovacionado da apresentação que fez. Saiba mais na matéria de folha.com/poder
#harvard #mit #huck #lucianohuck #caldeirãodohuck #globo #angélica #MIT #folha #folhadespaulo
Foto: Brazil Conference/Divulgação











Tira o tubo.














Dá-lhe, Ross!

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Ao meu lado, na sala de espera do consultório da dermatologista, um homem muito atraente, que já deve ter ouvido milhares de  vezes que é a cara do Richard Gere. Está esperando pela filha que também tem consulta marcada. Parece ter uns 46 anos, e mora no Leme. Conta que é policial do exército, da experiência de passar oito meses no Haiti, e uma temporada em Moçambique. Tem paixão pelo trabalho e por formar recrutas. A conversa acaba caindo em política, e ele diz que gostaria que o Bolsonaro fosse o próximo presidente do país. "Mas ele é um boçal" - eu digo. Ele diz que estou enganada. "O problema dele é a dificuldade de comunicação". Falo que o Bolsonaro é reacionário, e o bonitão diz que isso é o de menos, o importante é que ele é "positivista". O papo muda para como é difícil estacionar um carro quando chega sua (linda) mulher e a filha pequena.



Foi isso.